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Números da crise financeira: Não fique por fora nas conversas

Quando o assunto é a economia brasileira e os números da crise financeira, você deixa de opinar por falta de conhecimento? Por um lado, é muito sensato da sua parte não expor convicções sobre o que você não sabe. Por outro, é fundamental que você se informe sobre o que influencia diariamente a sua vida e a de milhões de pessoas. Para te ajudar, abaixo você verá um infográfico dos números da crise. Assim, quando estiver numa roda em que as pessoas entendem – ou pensam que entendem – do assunto, você terá embasamento para argumentar e até gerar uma boa e saudável discussão. Confira!

 

  • Inflação: fechamento anual + previsão 2016

  • PIB: fechamento anual + previsão 2016

  • Desemprego: fechamento anual + previsão 2016

  • Juros: Taxa Selic anual

  • Dólar: cotações em 18/04/13; 17/04/14; 20/04/15; e /18/04/16

  • Déficit fiscal: fechamento anual + previsão 2016

  • Cortes no orçamento: fechamento anual + previsão 2016

 

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A queda do PIB

O Produto Interno Bruto é uma medida do valor dos bens (do pão ao carro) e serviços que o país produz na agropecuária, indústria e serviços em um ano. Sua queda significa que a produção, o consumo e os investimentos caíram.

 

A alta do dólar

A alta do dólar é a desvalorização do real, o que fomenta o consumo de produtos nacionais e e beneficia os produtos exportados, que ficam mais competitivos. Mas é prejudicial porque puxa a inflação pra cima.

 

A alta da inflação

Você sente a alta da inflação quando seu dinheiro rende menos do que antes, ao gastar com alimentos e bebidas, comunicação, educação, habitação, saúde e cuidados pessoais.

 

A alta dos juros

A taxa Selic de juros é determinada pelo Banco Central e regula todos os demais juros. Por isso, quando ela sobe, o poder de compra do consumidor fica menor.

 

A alta do salário mínimo

Corresponde ao menor valor que o empregador pode pagar aos seus funcionários. É usado como referência para os benefícios como o abono salarial, o BPC, as aposentadorias e pensões do INSS. Sua alta se dá pela alta da inflação e a variação do PIB.

 

O déficit fiscal

O déficit indica que o dinheiro arrecadado pelo governo não foi suficiente para pagar todas as despesas e que, por isso, não pôde economizar para pagar os juros da dívida pública.

 

Cortes no orçamento

Cortes são bloqueios dos gastos de ministérios, realizados pelo governo para poupar e conseguir pagar a dívida pública.

 

A alta do desemprego

Houve um aumento no número de pessoas dispostas a trabalhar para combater a crise, mas um aumento de demissões e paralisações de contratações, por corte de gastos.

 

Remédio para a crise financeira é produtividade

 

Em suma, todos esses números da crise financeira nos oferecem dois insights: o primeiro é de que a recessão pode não passar tão cedo quanto gostaríamos, e o segundo é que, por conta disso, será preciso ter um controle impecável dos gastos da sua empresa.

 

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Referência: Runrunit

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